Parabéns Aracaju!

Hoje é dia de comemorar! Aracaju, nossa capital, completa 160 anos. Jovem e moderna, nossa cidade encanta a todos que a conhecem, e não é muito difícil encontrar pessoas que deixaram o status de “turista” para se tornarem moradores e “aracajuanos de coração”! Por que? Os motivos são os mais variados: sua tranquilidade, a beleza das praias ou tudo isso junto e muito mais, que só quem mora aqui sabe como é.

A cidade que nasceu no alto da colina do bairro Santo Antônio, hoje é muito maior que aquele pequeno povoado, mas a vista do local fica ainda mais bonita a cada dia que passa. A famosa Orla de Atalaia se tornou o cartão postal mais conhecido da cidade que tem Araras e Cajus em sua essência, desde o nome até os cajueiros que podem ser vistos em parques e praças que conservam a flora local. Rodeada de mangues, Aracaju também é conhecida pelo famoso caranguejo, que se tornou símbolo gastronômico da cidade. O colorido do artesanato local e a riqueza da literatura de cordel fazem de um simples passeio pelo mercado central um aprendizado sobre a cultura e o jeito de ser do aracajuano.

Viver aqui é uma experiência indescritível. Então, selecionamos algumas imagens para que você possa sentir um pouco deste clima bucólico-moderno da nossa pequena notável. Nós que fazemos o Celi Hotel estamos muito felizes por fazer parte da história desta cidade, sempre valorizando o turismo local para que cada dia mais pessoas possam sentir  bem recebidas ao conhecer e descobrir a felicidades de estar aqui.

Parabéns Aracaju!

Colina do Santo Antônio

Colina do Santo Antônio

Praia do Mosqueiro

Praia do Mosqueiro

Rio Sergipe

Rio Sergipe

Parque da Sementeira

Parque da Sementeira

Calçadão da 13 de Julho

Calçadão da 13 de Julho

Arcos da Orla de Atalaia

Arcos da Orla de Atalaia

Caranguejo (gastronomia local)

Caranguejo (gastronomia local)

Ponte do Imperador

Ponte do Imperador

Mercado cental

Mercado cental

Celi Hotel na Orla de Atalaia

Celi Hotel na Orla de Atalaia

Fotos: Turismo Sergipe (site da Secretaria de Turismo), Accioly, fotos de internet.

De feira em feira

Tomate, chuchu, melancia, jabá… Não é bem deste tipo de feira que vamos falar neste post. Estamos falando de um tipo de feira bem comum aqui nas praças e nos espaços da Orla de Atalaia, em Aracaju. Nestas feiras é possível encontrar artesanatos, obras de arte e comida da boa! Este post surgiu após a sugestão da nossa seguidora Joelma, que comentou sobre a Feirinha da Praça Tobias Barreto, muito conhecida entre o público local e principalmente das imediações do bairro. Então, vamos começar por aí!

A Praça Tobias Barreto, localizada no bairro São José, um dos bairros mais tradicionais da cidade, sofreu um processo de reurbanização e foi reinaugurada há um ano. Atualmente, a praça é um excelente espaço de convivência com lagos artificiais, um aviário, espaços de leitura, palco para apresentações, aparelhos de ginástica e muito mais, o que faz com que o local seja amplamente visitado. Mas se você quer conhecer tudo isso e ainda comer uma deliciosa tapioca, o ideal é visitar à praça aos domingos, das 17h às 22h, quando é possível encontrar a feirinha montada. A estrutura é itinerante e atrai um grande número de pessoas aos finais de semana para degustar as delícias locais num local agradável e com localização centralizada.

A estrutura da Feira do Turista atrai grande número de pessoas ao local diariamente

A estrutura da Feira do Turista atrai grande número de pessoas ao local diariamente

Mas se você não quer esperar até o domingo para fazer compras de artesanatos ou comer algo que seja tipicamente sergipano, a Orla de Atalaia é o melhor local. Devido ao grande número de hotéis e turistas que circulam pelo entorno, é comum encontrar diversas feiras pela extensão do local. A mais conhecida e famosa delas é a Feira do Turista: aberta diariamente das 8h às 00h, sua estrutura fixa foi montada para atender à necessidade dos empreendedores que tem como foco o público turístico de Aracaju, que precisava de um espaço para montar o seu negócio e poder oferecer com conforto e comodidade seus serviços aos visitantes. O local possui dezenas de lojinhas que vendem peças de artesanato e comércio local, além dos restaurantes e de um palco onde é possível ouvir um pouco da boa música sergipana com artistas regionais e o autêntico forró pé de serra.

Se você continua na Orça de Atalaia e quer visitar outra feirinha, ao lado da Praça de Eventos você pode conferir a Aratip: são 12 barracas com comidas típicas e 28 com artesanatos que vão garantir as lembrancinhas da sua viagem à Aracaju. Esta é uma opção mais recheada para você experimentar o que o sergipano gosta de comer: a macaxeira (como chamamos o aimpim) com carne de sol, o delicioso bobó de camarão ou a tradicional tapioca recheada. A feira funciona diariamente a partir das 18h. Não é muito difícil encontrar música ao vivo no local, o que vai deixar sua noite ainda mais agradável.

A Feira do Parque, localizada na Praça Olímpio Campos

A Feira do Parque, localizada na Praça Olímpio Campos, e o artesanato de renda e bordado

Se você quer comprar artesanato, não está na Orla e não quer ir até o mercado, no centro histórico), você pode ficar no meio do caminho, visitar a Praça Olímpio Campos e a Catedral metropolitana, que falamos no post anterior, e conhecer a Feirinha do Parque. Como a praça se funde com o Parque Teófilo Dantas, esta feita ficou assim conhecida. Lá, bordados, rendas, esculturas, mandalas e os mais variados tipos de artesanato estão em exposição nas mais variadas barraquinhas, diariamente em horário comercial.

Como o artesanato é o forte dessas feirinhas e é o item mais procurado pelos turistas, existem outros diversos pontos onde são possíveis encontrar este tipo de biscuits. “Mas então, por que um post sobre essas feirinhas?” Elas são tradição da cidade e atrai não apenas os turistas mas os moradores locais que gostam de vivenciar a experiência de estar na rua, sentir a cidade e aproveitar o que nossa cultura tem de melhor. Nossas feirinhas são autênticas e familiares, uma oportunidade de não apenas conhecer um local, mas a cultura do povo da cidade. Desvende Aracaju, descubra os lugares para se viver e conviver; você vai entender porque os aracajuanos gostam de receber bem e porque somos uma gente feliz. É assim que a felicidade se multiplica e se transmite a todos que passam por aqui. #aracaju160anos

Nas ruas de Ará

Andar pelas ruas do Centro Histórico de Aracaju é uma possibilidade de descoberta a cada passo. Além dos principais museus estarem na região, ainda é possível conhecer monumentos e memoriais que contam sobre a história do povo desse lugar, sua cultura e tradição. Começando pela Praça Fausto Cardoso, o ar bucólico do local vai te transportar para um passado charmoso e cheio de história. Coretos e estátuas adornam a praça que leva o nome de um dos grandes memoráveis sergipanos, que se destacou na política e como jurista, jornalista e escritor. A praça também é conhecida como “Praça do Palácio” por abrigar o antigo palácio do governo que hoje se tornou um museu (veja no post anterior mais informações sobre o Museu-Palácio Olímpio Campos).

Bela vista da Ponte do Imperador Iluminada à noite

Vista da Ponte do Imperador Iluminada

Com vista para o Rio Sergipe, da praça é possível ver um famoso atracadouro que ficou conhecido como “Ponte do Imperador”: um espaço que avança por alguns metros por dentro do rio e que te permite fazer ótimas fotos de todo o calçadão e da própria praça Fausto Cardoso, que já foi chamada de “Praça do Imperador” por conta do atracadouro. E este é um espaço bem interessante. Foi construído para receber as embarcações do imperador D. Pedro II em sua visita à província no ano de 1860; sendo sua estrutura original em madeira posteriormente refeita para o que pode ser visto atualmente. O nome de “ponte” foi dado nesta época pelo tamanho e imponência da construção para o local, e perpassa por gerações até os dias atuais.

A alameda das Palmeiras Imperiais da raça Fausto Cardoso, dos tempos de D. PedroII

A alameda das Palmeiras Imperiais da Praça Fausto Cardoso, dos tempos de D. PedroII

Voltando para a Praça Fausto Cardoso, você verá ainda uma passarela com palmeiras centenárias que vão te levar até a praça Monsenhor Olímpio Campos, também conhecida como “Praça da Catedral”, por abrigar a igreja matriz N. Sra. da Conceição, uma das mais conhecidas da cidade. A igreja, por sinal, é o ponto que marca a divisa entre a praça e o parque Teófilo Dantas. Na praça, além do belo prédio em estilo neogótico da catedral, você pode visitar a galeria de arte Álvaro Santos e conhecer obras de artistas sergipanos comumente expostas no local. A feirinha de artesanato, diariamente no local, e o antigo prédio do Cacique Chá, recentemente reformado e com painéis originais do artista plástico Jenner Augusto, também já se tornaram patrimônio desta praça. Já pelo lado do Parque Teófilo Dantas, e um lago artificial com peixes costuma chamar a atenção das crianças.

Mas o passeio não acaba aí, não. Poucas quadras à frente, na praça General Valadão, o Centro Cultural de Aracaju está localizado no marco zero da cidade, onde já foi o prédio da antiga alfândega. O local foi inaugurado em 2014 e possui múltiplos espaços de exposição e criação cultural: núcleo de produção digital, revistaria, sala de cultura popular, museu, entre muitos outros ambientes dedicados à arte e cultura da capital sergipana. O espaço funciona de terça à domingo, das 8h às 17h, e tem acesso gratuito.

A estátua de Zé Peixe no memorial que leva seu nome e será inaugurado em breve.

A estátua de Zé Peixe no memorial que leva seu nome e será inaugurado ainda este ano

Seguindo pelo calçadão, às margens do rio, ao fundo do Centro Cultural, um novo espaço para valorização da cultura local está sendo finalizado: o Memorial Zé Peixe. O antigo Terminal Hidroviário da cidade foi completamente reformado e dedicado ao prático que durante muitos anos atravessava o rio Sergipe à nado para guiar as embarcações que chegavam ao porto: o popular Zé Peixe, como ficou conhecido o senhor José Martins Ribeiro Nunes. Ele é, sem dúvida, umas das figuras populares e lendárias da cidade. Esta é uma das novidades de espaço cultural da capital sergipana, que deve ser aberto ao público ainda no primeiro semestre de 2015*.

E se depois disso tudo ainda tiver com disposição para continuar andando, que tal ir até o mercado? Sobre ele, vamos comentar num próximo post, afinal, tem muita coisa para se ver por lá. Esperamos que tenham aproveitado essas dicas e, se desejarem mais informações sobre estes espaços, deixe seu comentário, vamos tentar atende-lo; e assim, vamos conhecendo cada dia mais a nossa pequena notável.

Março: mês do aniversário de Aracaju, a capital sergipana e da qualidade de vida!

No dia 17 de Março, Aracaju completa 160 anos de existência. Uma cidade jovem, com um grande potencial econômico voltado para o turismo e cujo povo reflete toda a sergipanidade de quem nasceu aqui e de quem escolheu esta cidade para ser o seu porto seguro. Então, até o dia do aniversário da capital sergipana, nossos posts terão como foco as curiosidades da capital sergipana. E que tal começar hoje falando sobre o antigo farol da marinha?

O farol original de 1888, com estrutura metálica persistiu por mais de 100 anos sem qualquer tipo de reforma ou conservação.

O farol original de 1888, com estrutura metálica persistiu por mais de 100 anos sem qualquer tipo de reforma ou conservação.

A história deste farol está diretamente ligada à história da nossa cidade. Este monumento foi inaugurado em 1861, sendo o primeiro da cidade, construído em torre de madeira, a pedido do então presidente da província de Sergipe D’el Rey, o senhor Inácio Barbosa; e com o objetivo de orientar as embarcações que chegavam à foz do Rio Sergipe. Uma luminária e equipamentos para o farol foram importados da Inglaterra e utilizados durante mais de 20 anos. Em 1884, a base em madeira foi destruída por um incêndio, sendo providenciada uma torre provisória até 1886. A partir deste momento, se iniciou a construção de uma nova estrutura mais moderna e com base metálica, oriunda da França, com 35 metros de altura e que foi inaugurada no ano de 1888.

De lá pra cá, o farol funcionou diuturnamente até o ano de 1991, quando foi acesso o novo farol de Aracaju, no bairro Coroa do Meio. Em 1995, o monumento foi tombado pelo governo do estado como patrimônio público e, 12 anos depois, foi fechado para reforma, a fim de restaurar a estrutura do farol e construir um novo entorno com praça, espelho d’água, estacionamento, entre outros itens que tornaram o local um espaço de convivência e turismo. Isto ocorreu a partir de 2009, quando a reforma foi concluída e o local se tornou um novo ponto turístico da cidade, principalmente à noite, quando a iluminação cênica deixa o ambiente ainda mais agradável.

O novo farol foi reinaugurado em 2009.

O novo farol foi reinaugurado em 2009.

Apesar de ter ganhado uma enorme projeção após a reforma, o farol sempre foi o grande destaque da região, tanto que deu-se ao biarro em que foi construído o nome de Farolândia. Hoje, com 154 anos de existência, completamente renovado e mais jovem do que nunca, este é um dos faróis que possui maior destaque turístico no estado e um grande marco da cidade. Sua história está ligada diretamente ao nascimento de nossa capital. Por isso, quando vier a Aracaju, não deixe de conhecer esta região e este grande monumento. Procure mais informações deste patrimônio local, visite-o e descubra porque ele é orgulho de todos os sergipanos!

Com a reforma, o farol ganhou um entorno mais moderno e bonito

Com a reforma, o farol ganhou um entorno mais moderno